Professores votam pela continuação de greve e saem em passeata no Rio

Os profissionais também decidiram que nova assembleia será realizada no dia 22 de março

Por O Dia

Rio - Professores da rede estadual de ensino do Rio continuam em greve. A maior categoria de servidores do Estado do Rio não recebeu nenhum reajuste salarial desde 2015 e por isso, decidiram em assembleia que o novo reajuste deve ser de 30% para repor as perdas inflacionárias.

No próximo dia 16 de março, o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe) se une com a Uerj e Faetec para uma passeata ao Palácio Guanabara, em Laranjeiras. O ponto de encontro será no Largo do Machado, mas ainda não há um horário definido. Uma nova assembleia também foi marcada para o dia 22 de março, às 14h, em local a ser confirmado.

De acordo com o Sepe, a adesão de professores no interior do estado é mais de 70%. Na capital a adesão também é grande, mas ainda não chega a essa proporção. A greve começou no dia 2 de março.

Professores continuam em greve Divulgação / Sepe

Depois da plenária, os professores devem fazer uma passeata e um ato público em direção a Central do Brasil. Segundo o batalhão de São Cristóvão (4º BPM), cerca de mil professores se concentraram em frente ao clube na manhã desta sexta, antes de a assembleia começar.

De acordo com informação do Centro de Operações da Prefeitura do Rio, por volta de 15h24, houve uma interdição intermitente de trechos da Rua Haddock Lobo, causando retenções na via. Quem seguia da tijuca para o Centro da cidade deveria seguir pela Av. Heitor Beltrão. Por volta de 16h04, foi totalmente liberada a Rua Haddock Lobo. O trânsito ainda é lento na região.

Em passeata os professores seguiram para a Praça da Bandeira e interditam temporariamente a devido a pista lateral da via, no sentido Centro, causando reflexos nas Ruas Felisberto de Menezes e Gonçalves Crespo. A opção para os morotistas é usar o Largo do Estácio via Rua Haddock Lobo.

Manifestação saiu da Tijuca em direção a Central do Brasil Gabriela Mattos / Agência O DIA

Com reportagem da estagiária Julianna Prado

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