O que pode fazer Cristóvão?

Tricolor volta a passar por momento complicado no Carioca

Por O Dia

Rio - Nas primeiras rodadas do Carioca, ele esteve na corda bamba e quase caiu após a derrota para o Vasco. Então, ressurgiu com boas vitórias e partida convincente contra o Botafogo. Na última rodada, mesmo com a volta de Gum, o time foi um fiasco e teve como únicas desculpas as ausências de Kenedy e Fred. O que acontece com o Fluminense e por que Cristóvão (foto) não se firma? Falta consistência tática e sobra irregularidade aos jogadores. Os pequenos dão a impressão de serem um fardo para o Flu, que há vários anos vive assim: como um time bipolar, sempre uma incógnita. O treinador é homem de bom senso e tem buscado a simplicidade este ano misturando veteranos e jovens e isso ainda pode dar certo. Para ficar entre os quatro, não pode mais vacilar. Senão, o esqueleto sai da armário.

Cristóvão Borges vive momento de crise no FluminenseDivulgação

DESGASTE

O Flamengo recebe o Brasil, hoje, no jogo de volta da Copa do Brasil e, antes de a bola rolar, há um clima de irritação. Não fosse aquele golzinho adversário no último lance em Pelotas, não haveria necessidade desse desgaste dias antes de um clássico decisivo. O resultado preocupa pouco: o Fla é muito melhor e já traz boa vantagem nos gols qualificados. Mas ô joguinho mala!

BOAS DÚVIDAS

Se o Botafogo andava carente, agora, após tantas contratações, opção não falta. Não se trata de craques, mas de jogadores que podem entrar bem no esquema de René. A torcida pede um trio na frente com Pimpão, Jobson e Bill (ou Tássio). A sugestão é boa, mas precisa de sacrifício na marcação. Talvez dependa do tipo de adversário.

CAMINHO CERTO

O futebol do Vasco tem acertado mais do que errado nas contratações. Houve quantidade e qualidade. Tudo bem que o teste no Carioca é relativo, mas dá uma ideia. Jogadores como Julio dos Santos, Dagoberto, Gilberto e provavelmente Biancucchi darão ao Vasco melhores chances no Brasileirão. O técnico Doriva poderá disfarçar eventual retranca sem sobressaltos.

ABSURDO

Não é novidade que fora dos grandes centros do futebol — nos quais já há carências — a coisa é ainda pior. Mas não se imaginava que um jogador vitimado por uma convulsão, como o goleiro amazonense Douglas, não tivesse uma ambulância em condições e nem médico para encaminhá-lo a um hospital. E Manaus está na rota olímpica do futebol.

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