Renan Fonseca, o ‘fominha’ do Fogão

Livre de dores na virilha, zagueiro enfrenta o Sampaio Corrêa e segue sem desfalcar time nos jogos da Série B

Por O Dia

Rio - Recuperado de incômodo na virilha, Renan Fonseca vai enfrentar o Sampaio Corrêa, sexta-feira, e ficar mais perto de completar o Brasileirão da Série B sem desfalcar o Botafogo em nenhuma partida. O zagueiro, que negocia a renovação do contrato, está virando uma espécie de símbolo da campanha de acesso por conta da sua onipresença.

Dos 2.520 minutos do Alvinegro em campo, nas 28 rodadas da competição, Renan Fonseca só não esteve presente durante 20, no segundo tempo da vitória sobre o Macaé. Ele sentiu dores no músculo adutor da coxa direita e pediu para ser substituído. A precaução deu certo e o zagueiro está 100% para atuar na sexta-feira.

Renan Fonseca vai enfrentar o Sampaio CorrêaDivulgação

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“Venho de uma sequência muito positiva. Procuro me esforçar ao máximo nos treinos, mas também fora de campo. Sigo as orientações e por isso tenho conseguido essa sequência. Fico feliz. Quero sempre jogar. Tive um desconforto contra o Macaé, mas o corpo avisou, e eu sai. Não foi nada grave. Estou treinando normalmente e à disposição para o jogo de sexta”, disse o camisa 3.

A identificação do jogador com o clube foi instantânea. Desde que chegou, Renan Fonseca agarrou a vaga de titular e não a largou mais. Apesar de não estar entre os mais experientes do grupo, o espírito de liderança lhe proporciona ser capitão quando Jefferson não está presente.

Perto do acesso à Série A do Brasileiro com o Botafogo, Renan espera continuar no time para ter a oportunidade de jogar na elite do futebol nacional pela primeira vez na carreira. “Será mais uma meta alcançada”, disse o camisa 3 do Glorioso.

René Simões cobra até horas extras

O departamento jurídico do Botafogo foi pego de surpresa, nesta terça-feira, com uma ação da justiça do ex-técnico René Simões contra o clube. Demitido em julho, o treinador acionou a Justiça do Trabalho para cobrar indenizações por prêmios , danos morais e até mesmo as horas extras que trabalhou no comando da equipe em partidas disputadas fora do Rio de Janeiro. O julgamento só deverá acontecer em julho do ano que vem.