Capitão no título francês em 1998, Deschamps não perdeu em Copas

Ex-jogador e agora técnico é o trunfo para o bicampeonato

Por O Dia

Brasília - Capitão na maior conquista da França no futebol, Didier Deschamps volta a ser um dos líderes da equipe em busca de nova campanha histórica, desta vez no comando fora de campo. O volante campeão em 1998, agora técnico dos Bleus, que já estão nas quartas de final, tem uma relação vitoriosa com a Copa.

Em 10 partidas, seis como jogador — ficou fora da vitória por 2 a 1 sobre a Dinamarca — e quatro como técnico, Deschamps conseguiu oito vitórias (cinco em 1998) e dois empates (um em 2014). Enquanto esteve em Brasília, o francês foi perguntado com frequência sobre uma comparação entre o time campeão do mundo eo atual e, todas as vezes, saiu pela tangente.

Didier Deschamps levantou a taça do título de 1998Reuters

O máximo que fez foi comentar que a geração vitoriosa da qual fez parte é uma inspiração para os jogadores atuais. E não quer saber do recorde de invencibilidade.

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“Já são mais de 10 anos desde que eu parei de jogar. Não dá para comparar. Só posso pensar no hoje e dizer que é um prazer imenso estar com esse grupo. É difícil não estar satisfeito depois do que fizemos até aqui. Não somos os melhores nem os maiorais, mas estamos indo bem”, destacou o treinador.

No banco, Deschamps mantém a seriedade de quando jogava, mas a calma de hoje, como técnico, contrasta com os tempos de volante de pegada mais forte. Mesmo sem querer comparar, o ex-capitão, para manter a invencibilidade em Copas do Mundo, necessária para avançar às semifinais, precisará repetir, agora como técnico, a superação do passado, pois terá pela frente a Alemanha, sexta-feira, no Maracanã.

Para o duelo, a federação francesa convidou Ribéry, cortado da Copa por causa de dores nas costas, para se juntar ao grupo no Rio e reforçar a união que tem dado certo. Mas, segundo o jornal ‘Le Figaro’, o astro recusou.

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