Tribunal do Rio nega pedido de efeito suspensivo por Luxa e Fla vai ao STJD

Rubro-Negro corre contra o tempo visando o clássico

Por O Dia

Rio - Agora no campo judicial, a batalha entre Flamengo e Federação de Futebol do Estado do Rio (Ferj) continua longe de um cessar- fogo. O clube tenta uma nova investida, desta vez no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), para conseguir o efeito suspensivo que permitiria a presença de Vanderlei Luxemburgo no banco de reservas, domingo, contra o Fluminense. O tiro final será dado pelo vice-presidente do tribunal, Ronaldo Piacente. A decisão pode sair até horas antes do clássico

Luxemburgo não sabe se vai comandar o Fla no domingoDivulgação

Enquanto isso, a procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva do Rio (TJD-RJ) planeja pedir, por meio de recurso, a ampliação da suspensão de dois jogos que o treinador recebeu em primeira instância. O vice jurídico do Flamengo, Flávio Willeman, nega que haja clima de guerra por parte do clube, mas também não levanta a bandeira da paz.

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“Não há uma guerrinha. A procuradoria atua como bem entender. O que chamava a atenção era a ideia de incitação. Ele foi absolvido disso e condenado por suposta violação à regra de moralidade e urbanidade”, disse Willeman.

“O que me causou estranheza é que ele fez uma crítica e foi suspenso. O presidente da federação xinga o nosso presidente, atenta contra a honra da mãe do presidente, o Flamengo faz uma representação e ela é arquivada”, emendou.

O TJD-RJ havia negado ontem o pedido de efeito suspensivo, mas o Flamengo já tinha um recurso engatilhado ao STJD. O zagueiro Bressan evitou sair atirando, mas defendeu o seu comandante: “Não concordei com o que aconteceu. Mesmo que o Deivid seja o técnico domingo, a voz de comando será a do Vanderlei.”