Dilma e Lula admitem: 'Situação não está fácil'

Presidenta da República declarou que país vive um ano de travessia e que o crescimento será retomado “com todo o potencial”, após atualizar a economia

Por O Dia

Brasília - A presidenta Dilma Rousseff e o seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, prometeram aos brasileiros que o país vai superar a crise econômica e que todas as ações possíveis estão sendo feitas para tirar o Brasil do clima de instabilidade. As declarações estão sendo veiculadas em propagandas do Partido dos Trabalhadores (PT) desde o último sábado.

Lula defendeu que o país é “grande para ficar assustado com a crise”Reprodução Internet

Dilma afirma que o país vive um ano de travessia: “Sei que muita coisa precisa melhorar. Tem muito brasileiro sofrendo. Mas juntos vamos sair desta. Estamos em um ano de travessia e essa travessia vai levar o Brasil a um lugar melhor. Estamos atualizando as bases da economia e vamos voltar a crescer com todo nosso potencial. Tenho o ouvido e o coração dos que mais precisam e dos que vivem do suor do seu trabalho. Esse é o meu caminho. Por ele seguirei”.

Lula reconhece em uma das inserções que a situação “não está fácil”. Ele defendeu que o Brasil “é muito grande para ficar assustado com uma crise econômica, por mais grave que seja”.

CONTROLE DA INFLAÇÃO

No vídeo, o ex-presidente declarou que “com o esforço e a luta de todos, vamos controlar a inflação, gerar empregos e derrotar o pessimismo. Podem ter certeza, o Brasil vai voltar a crescer”.

“Já tivemos muitas crises, algumas bem piores do que a atual, e o povo brasileiro sempre soube vencê-las. Não tenho a menor dúvida de que venceremos mais essa”, finaliza Lula.

Pedido será questionado

A decisão do ministro Gilmar Mendes de pedir que a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal investiguem eventuais crimes cometidos na prestação de contas do PT na campanha presidencial de 2014 será questionada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), informou, por meio de nota, o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva.

Ele destacou que a decisão é referente ao processo de prestação de contas da campanha da reeleição da presidenta Dilma Rousseff aprovada pelo plenário do TSE em dezembro de 2014.

Ao pedir a investigação, Gilmar Mendes alegou que o TSE não considerou suspeitas de doações ilícitas.

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