Após tiroteio em bloco, Pezão promete reforço no policiamento em Paraty

Caso ocorreu nesta madrugada e deixou um morto e nove feridos; Prefeitura cogitou cancelar o Carnaval na cidade

Por O Dia

Rio - Um tiroteio durante um bloco de Carnaval, no Centro de Paraty, na madrugada deste domingo, deixou uma pessoa morta e nove feridas, uma delas em estado grave. Após o episódio, a Prefeitura chegou a cogitar o cancelamento da folia no município, com receio de não oferecer segurança aos turistas e moradores. Porém, após reunião realizada no início desta manhã, o prefeito Carlos José Miranda, o Casé, decidiu manter a festa popular.

Ainda segundo a prefeitura, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, prometeu reforço no policiamento e de contingente hospitalar na cidade. O prefeito ressaltou que há 400 mil turistas no município para o Carnaval e que o atendimento deve ser oferecido a todos. 

Segundo a PM, o crime foi motivado por briga de facções. Um homem conhecido como Indinho, da Ilha das Cobras, disparou 20 tiros, atingindo 10 pessoas. O criminoso tinha como alvo Emerson de Jesus, conhecido como Bananinha, de 21 anos, da comunidade da Mangueira no município. Ele levou cinco tiros no tórax, foi operado e morreu. 

As outras vítimas foram socorridas pelos Bombeiros, Defesa Civil e Samu. Todos os feridos foram encaminhados para o Hospital Municipal São Pedro de Alcântara, onde foram atendidos pela equipe médica de emergência com dois anestesistas, um obstetra, três clínicos, três pediatras e cinco enfermeiros.

Rodrigo Eivas, Thiago Barbosa e Elem Oliveira dos Santos foram atingidas por estilhaços de bala, atendidos e liberados. Larissa da Rocha Chaves foi alvejada na altura da pélvis, submetida a uma intervenção cirúrgica e seu estado de saúde é estável. Brenda Pacheco de Souza foi atingida por disparos na altura da coxa. Fernando Alves Silvino foi baleda no braço, Roberto dos Santos Pacheco foi atingido no abdômen, atendido e estabilizado. Posteriormente foi conduzido ao Hospital da Japuíba, em Angra dos Reis, para a realização de uma tomografia. Renata Santos Oliveira e Flávia A. de Morais também foram alvejadas e atendidas. 


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