'Um coração pela metade', desabafa mãe de homem encontrado morto

Bruno Oliveira, 34 anos, estava desaparecido desde a noite de sábado e foi encontrado morto um dia depois, em Santa Cruz

Por O Dia

Rio - "Aqui jaz um coração de mãe pela metade... Meu filho apareceu: morto, nu, frio à beira da rodovia próximo a um posto da PM. Meu filho...era um rapaz dócil, carinhoso, amigo, leal...um ótimo filho! Um filho como tantos outros que se vão como ele se foi...". O desabafo é de Márcia Maralhas, mãe do advogado Bruno Nicolau Maralhas Oliveira, de 34 anos, encontrado morto com marcas de tiros, na noite de domingo, em Santa Cruz, na Zona Oeste.

Mãe de Bruno%2C Márcia Maralhas lamentou a morte do filho em sua página no Facebook e o homenageouReprodução Facebook

Bruno estava desaparecido desde a noite de sábado, quando deixou sua casa, em Seropédica, na Baixada Fluminense, para ir a uma festa de música eletrônica. Desde então, ele não foi mais visto. 

Bruno Oliveira%2C de 34 anos%2C estava desaparecido desde a noite de sábado%2C quando saiu para uma rave%2C e foi encontrado morto na noite de domingoReprodução Facebook

Márcia usou sua página no Facebook para homenagear o filho. "Sei que anjos de luz e afinidade estão encaminhando meu filho ao nosso verdadeiro Lar! Estou partida, mas sei que o momento é de oração". Na rede social, amigos da vítima também lamentaram a morte do jovem. 

A investigação está a cargo da Divisão de Homicídios (DH) da Capital, que já realizou a perícia no local. O corpo do jovem foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). Parentes de Bruno Nicolau e testemunhas já prestaram depoimento. Ainda não há informações de quando será o sepultamento.

'Sem inimigos', dizem testemunhas

Amigos de Bruno disseram aos policiais que o advogado havia deixado sua casa para ir a uma festa para ir a uma rave em Seropédica. O corpo foi encontrado a cerca de 20 km do local da festa. 

Segundo testemunha, Bruno chegou a beber durante a festa e, em um determinado momento, ele teria dito que "estava ouvindo vozes". Depois, ele não foi mais visto.

Em relatos e depoimentos, amigos e testemunhas dizem que a vítima não tinha desafetos nem inimigos. Ele também não havia se envolvido em nenhuma briga durante a festa. 

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