Em 72 horas, dois PMs morrem a tiros e um fica ferido

Em 2015, mais de 60 foram assassinados

Por O Dia

Rio - Em menos de 72 horas, três policiais militares foram baleados na cidade do Rio. Dois deles não resistiram e morreram. A última vítima foi o tenente reformado, Eduardo Nogueira da Gama, de 57 anos. Ele foi morto no domingo, na rua Adolfo Bergamini, na altura da Dias da Cruz, no Engenho de Dentro, na Zona Norte. Só em 2015, mais de 60 policiais foram assassinados no estado do Rio. De acordo com o Instituto de Segurança Pública (ISP), 18 PMs e três policiais civis morreram em serviço.

Eduardo Gama teria parado para comprar pão e, na volta para o carro, foi baleado por criminosos que passavam num veículo. A Delegacia de Homicídios da Capital investiga o crime. Ele será sepultado hoje, às 10h, no cemitério Jardim da Saudade de Sulacap.

O primeiro caso envolvendo policiais aconteceu na manhã de sexta-feira. O sargento Alexandre Murta, que fazia a escolta do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), reagiu à abordagem de criminosos quando chegava em sua casa, em Bento Ribeiro e morreu.

Na noite de sábado, o sargento Nilson de Souza Cardoso foi ferido com quatro tiros, na Penha. Lotado na área de logística do Comando Geral do Quartel General da PM, ele estava num bar quando quatro bandidos entraram no local. Nilson teria reagido, e, na troca de tiros, um suspeito foi baleado. Todos fugiram. O militar está internado no Hospital Getúlio Vargas, na Penha, em estado grave, mas estável.

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