Por felipe.martins, felipe.martins
Rio - A participação de Pedro Paulo Teixeira, secretário municipal de Coordenação de Governo, numa reunião do PT-RJ amanhã, em Bangu, gerou uma crise no partido. O grupo Mulheres Feministas do PT lançou manifesto em que critica a presença do peemedebista, que já admitiu ter agredido a ex-mulher. O texto ressalta que o então presidente Lula sancionou a Lei Maria da Penha, que pune a violência contra mulheres. O grupo classifica a presença do pré-candidato do PMDB à prefeitura de um “acinte” às mulheres do partido.
Organizadora
Publicidade
Uma das organizadoras da plenária é a deputada estadual Zeidan, casada com Washington Quaquá, presidente do PT-RJ. Ele também irá à reunião.
Erro na nota
Publicidade
As autoras do manifesto cometeram, porém, um erro: disseram que o texto é uma “nota de desagravo” ao encontro. Desagravo não é uma manifestação de desagrado, mas um ato de reparação.
Fora do governo
Publicidade
Quaquá, que defende o apoio a Pedro Paulo, diz que o partido não quer saber de integrar o governo estadual, que classifica de contraditório. “Dá incentivos para a SuperVia no mesmo dia em que recorre a empréstimo para pagar servidores”, diz.
Fala sério...
Publicidade
Entidades como um tal de Movimento Acampamento Patriota organizam manifestação para o dia 14, diante da sede da TV Globo. Acusam a emissora de ser favorável ao PT, ao comunismo e de atacar valores morais e cristãos.
Troca de chorão
Publicidade
Ao viajar para conhecer Guilherme, seu novo neto, Dilma Rousseff deu bolo em Pezão, que tinha ido a Brasília pedir mais um dinheirinho. “Ela trocou o meu choro pelo do Guilherme”, diz o governador.