Jorge Picciani presidiu apenas 15% das sessões realizadas na Alerj neste ano

Na primeira do ano, o presidente da Casa abriu os trabalhos para Pezão e foi embora antes de começar a Ordem do Dia

Por O Dia

Rio - Presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani presidiu apenas 15% das sessões realizadas em 2016. Das 36, comandou cinco. Na primeira do ano, 2 de fevereiro, abriu os trabalhos para o govenador Pezão e foi embora antes de começar a Ordem do Dia.

Dois dias depois, somente se defendeu de uma acusação de corrupção. Em 23 de fevereiro, presidiu parte da sessão e saiu. Em março, não apareceu. Em 6 de abril defendeu dois projetos e foi embora. E no dia 19 tentou acabar com a obstrução dos deputados de oposição que exigiam o pagamento dos aposentados. Picciani não quis colocar em pauta o projeto assinado por 47 deputados que anulava o decreto do governador que deu o calote nos aposentados. Perdeu. 

Com Brasília na cabeça
A Alerj, no entanto, registra apenas duas faltas de Picciani em março. Ele registrou presença mas não presidiu sessão. Tem aparecido mais nos bastidores. Seja no Rio ou em Brasília. As informações estão no site da Alerj.

PMDB fortalecido 
O deputado Pedro Paulo Teixeira deve contar com o apoio de pelo menos 16 partidos na eleição municipal. PDT, PRTB e Solidariedade foram os últimos a se acertar com o PMDB.

Oposição barulhenta
A campanha não será fácil. Ontem, um grupo do Levante Popular da Juventude esteve na porta da casa de Pedro Paulo atazanando a vida do pré-candidato.

Pedido impossível
Um aliado de Michel Temer ironiza as condições impostas pelo PSDB para participar do eventual governo do peemedebista. “Eles pedem reforma política, reforma tributária, parlamentarismo, ajuste fiscal. Tudo isso em apenas dois anos. Resumindo: impossível.”

Estratégia
A intenção dos tucanos é simples. Se o governo Temer não der certo, o PSDB tem carta na manga para o desembarque.

Crise?
O Colégio PH lançou um projeto, pago, para levar alunos a aprender História na Europa. Para esses felizardos, a crise passa longe. Bom para eles.

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