Informe: Nome de FHC para a Presidência ganha força

Ele chegou a dizer a amigos que, aos 85 anos, não teria mais energia para o cargo. Parece ter mudado de ideia

Por O Dia

Rio - O nome do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ganha força para ocupar a Presidência da República no lugar de Michel Temer (PMDB), via eleição indireta. A costura envolve ainda estender o foro privilegiado a ex-presidentes: a medida cairia como luva para que Temer aceite deixar o caminho livre e beneficiaria, além do próprio FHC, os petistas Lula e Dilma.

Por outro lado, o Congresso aprovaria texto que restringe o foro privilegiado, para deputados e senadores, a crimes cometidos no exercício do mandato.

Mudou de ideia

Fernando Henrique, que foi cotado para a Presidência logo depois de a delação da JBS se tornar pública, chegou a dizer a amigos que, aos 85 anos, não teria mais energia para o cargo. Parece ter mudado de ideia. “É um mandato tampão de apenas um ano”, ressalta um aliado.

Vale lembrar

FHC mantém bom diálogo com Lula. FHC e Temer se encontraram anteontem em SP.

Freio de mão no Detran

A Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda, não tem dado descanso ao governo estadual, com sucessivos arrestos e bloqueios nas contas do Palácio Guanabara. O rigor tem minado secretarias e órgãos, como por exemplo o Detran. Vista antigamente como a galinha dos ovos de ouro, a autarquia, que financia programas como a Lei Seca, tem hoje apenas R$ 7 milhões em caixa.

Mingou

O último bloqueio ocorreu anteontem: foram congelados R$ 80 milhões. Já de novembro de 2016 até hoje, o Detran teve bloqueados R$ 460.090.232. E pensar que o governo chegou a cogitar usar recursos da autarquia para manter o programa Centro Presente. Velhos tempos.

As orelhas de Crivella

O presidente da Câmara Municipal, Jorge Felippe (PMDB), convocou reunião ontem para tentar pacificar grupos de vereadores que pleiteiam antagônicas mudanças no regimento interno da Casa.

Mas...

Papo vai, papo vem, o encontro se transformou numa central de reclamações sobre a prefeitura. Os vereadores gastaram a maior parte do tempo se queixando de que não são atendidos nos pedidos que fazem.

Heterogêneo

O mais reclamão foi Chiquinho Brazão (PMDB). Também esquentaram a orelha de Crivella: Fernando William (PDT), Cláudio Castro (PSC), Zico (PTB), Alexandre Isquierdo (DEM), Willian Coelho (PMDB) e Verônica Costa (PMDB).

Últimas de Rio De Janeiro