Atlético Paranaense tem faturamento prejudicado por problemas com a torcida

Violência de torcedores afeta a geração de renda do time, que precisa honrar R$ 240 milhões contraídos em empréstimos para a construção da Arena da Baixada

Por O Dia

O Atlético Paranaense sofreu como punição quatro partidas no estádio com portões fechados%2C graças à violência de sua torcida na última rodada do Brasileirão, em 2013Fernando Freire

Dos três clubes que tiveram estádios construídos ou reformados para a Copa do Mundo, o Atlético Paranaense é o que tem menor torcida, receita e expressão nacional. Em 2013, o dono da nova Arena da Baixada faturou menos de um terço do arrecadado por Internacional e Corinthians, as outras agremiações que tiveram arenas utilizadas no Mundial. Por isso, precisa mais do que nunca gerar receita para pagar os quase R$ 240 milhões contraídos em empréstimos com a Fomento Paraná, agência estatal de desenvolvimento do estado, e o BNDES. Mas para lucrar com a sua valiosa instalação, o rubro-negro paranaense tem um desafio: controlar sua impetuosa e violenta torcida organizada.

Dos clubes brasileiros, o Atlético Paranaense é o que seguramente teve os maiores prejuízos causados pela inconsequência de cidadãos que se dizem seus torcedores. Após o término da Copa, foi obrigado a jogar quatro partidas em seu remodelado estádio com portões fechados. Tudo graças à punição sofrida pela selvageria protagonizada por seus torcedores e do Vasco na Arena Joinville, na última rodada do Brasileirão do ano passado. A se julgar pela renda dos jogos contra o América de Natal, na semana passada, pela Copa do Brasil, e no domingo, contra o Palmeiras, pelo Brasileirão, os dois primeiros após o final da pena, não seria exagero afirmar que o prejuízo do clube com arrecadação nas partidas sem público ultrapassou, com folga, a casa de R$ 1 milhão. Um dinheiro que nenhum clube brasileiro, especialmente o Atlético-PR, pode abrir mão.

ONG de Ana Moser é certificada nos EUA

O trabalho de Ana Moser pelo esporte acaba de ser premiado. A entidade que criou, o Instituto Esporte & Educação (IEE) , recebeu certificação da Charities Aid Foundation of America (CAF America), organização filantrópica muito respeitada mundialmente. Com o selo, o IEE, que já atendeu mais de 2,5 milhões de crianças e jovens por todo o país, pode receber doações de empresas privadas norte-americanas.

Under Armour quer mais do que Gisele

Para muitos, ter uma Gisele Bündchen é o máximo que se pode ter e sonhar. Mas isso não parece o suficiente para a fabricante de material esportivo americana Under Armour. Depois de fechar um contrato milionário com a super-modelo brasileira, a marca busca um grande clube para entrar no Brasil. O Santos seria a porta de entrada da empresa no país. O contrato já até estaria assinado. O clube não confirma.

Número da semana

US$ 300 mi: Esse é o valor do novo contrato de dez anos do astro da NBA Kevin Durant com a Nike. A gigante de material esportivo exerceu seu direito e cobriu uma proposta de US$ 285 milhões feita pela Under Armour, que recentemente fechou com Gisele Bündchen e procura um grande clube para entrar no mercado brasileiro.

INVESTCRAQUE

Rodrigo Minotauro, primeiro campeão peso pesado do Pride e UFC

Rodrigo Minotauro e Rogério Minotouro são responsáveis por boa parte da fama que hoje o MMA, e especialmente sua principal franquia, o UFC, tem no Brasil. Se não fosse por eles, talvez Anderson Silva, Júnior Cigano e José Aldo não seriam as estrelas que são. Rodrigo, o mais famoso e vitorioso deles, foi o primeiro lutador a conquistar o cinturão dos pesados do UFC e do Pride. Era a consagração para alguém superou o drama de ser atropelado por um caminhão aos onze anos de idade. Minotauro foi também um dos treinadores da primeira edição do TUF Brasil, o reality show da franquia. Fora do octógono, Minotauro é um empresário bem-sucedido. Metade do seu patrimônio está investido em sua rede de academias, a Team Nogueira, com unidades no Brasil e no exterior. O outro restante está aplicado em imóveis próprios e para locação aqui e nos Estados Unidos, especialmente na Flórida.

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