Nívea escapa da morte e se vinga de vilão

Personagem de Viétia Zangrandi é salva por Joaquim, a quem se alia, em ‘Novo Mundo’

Por O Dia

Nívea escapa da morte e se vinga de vilãoDivulgação

Rio - As maldades de Thomas (Gabriel Braga Nunes), em ‘Novo Mundo’, da Globo, não têm limites. A próxima do vilão irá ao ar na quinta-feira ao tentar assassinar a empregada Nívea (Viétia Zangrandi), jogando-a de um precipício. Mas ela, que é aliada de Joaquim (Chay Suede), maior rival do crápula, é salva pelo mocinho e promete fazer tudo para livrar Anna (Isabelle Drummond) das garras do marido. “Gravamos a cena em uma pedreira no bairro da Taquara, pertinho dos Estúdios Globo. Havia mesmo um precipício por lá. Apesar da altura causar uma certa vertigem, estávamos protegidos por equipamentos e profissionais qualificados”, detalha a atriz, que completa: “Acordei com o corpo todo dolorido no dia seguinte, mas com a sensação de missão cumprida”.

Tudo acontece depois que o oficial da marinha inglesa descobre que a serviçal ajuda a mulher dele, Anna, a se comunicar com o grande amor dela, Joaquim. “Penso que Nívea sempre teve medo do patrão. E sua fidelidade era fruto do receio de uma retaliação do patrão e medo de perder o emprego. Durante muito tempo, Nívea foi refém de Thomas, que a ameaçava e obrigava a se manter fiel. Acho que ninguém se sente confortável vivendo uma situação assim”, enfatiza.

Sem ter onde ficar, Nívea é levada para o palácio por Joaquim. Lá, ela encontra Patrício (André Dias), mordomo da família Real e o intimida. “Ela sabe que Patrício recebia dinheiro de Thomas em troca de informações vindas da Corte. Patrício tenta intimidá-la, mas Nívea reverte a situação”, entrega a atriz.

Disposta a se vingar do ex-patrão, Nívea até volta para a casa de Thomas. “Mesmo com receio de encontrá-lo, só para ajudar o casal que precisa impedir que Thomas fuja. O resto, só os autores sabem”, antecipa, aos risos. Feliz com os rumos da sua personagem, Viétia só tem a agradecer. “Aos autores Alessandro Marson e Thereza Falcão e ao diretor geral Vinícius Coimbra e sua equipe”, frisa ela, cujo nome tem uma razão curiosa.

“Meus pais gostavam de mudar as versões relativas à criação do meu nome, mas a versão usual é que foi uma homenagem ao Vietnã, país que venceu a guerra contra os Estados Unidos, mesmo sendo infinitamente menor e desprovido de arsenal. Venceram na raça”, explica.

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