Evaldo Valladão: engenharia unida no mundo lusófono

A ideia é gerar um grande mercado de trabalho, sem a intermediação ou intervenção de políticos, como uma iniciativa da sociedade civil organizada

Por O Dia

Rio - O Rio de Janeiro sediou, recentemente, o 2º Congresso Luso-Brasileiro de Segurança e Saúde Ocupacional e Ambiental. O evento entrou para a história da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Combinou sonhos e ações de profissionais abnegados — que se reuniram, pela primeira vez, em Coimbra, Portugal, em 2015, com o objetivo de integrar os países lusófonos.

O encontro teve como um de seus grandes parceiros a Ordem dos Engenheiros Técnicos de Portugal. Das reuniões, no Clube de Engenharia, participaram autoridades ligadas à engenharia. E também à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, criada nos anos 90.

Entre as presenças, destacaram-se as do presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia do Brasil, José Tadeu da Silva; do bastonário da Ordem dos Engenheiros-Técnicos de Portugal, Augusto Guedes; do bastonário da Ordem dos Engenheiros-Técnicos de Cabo Verde, António Bernardo do Nascimento; do presidente da Associação Profissional dos Engenheiros-Técnicos de Angola, Agostinho da Silva, e do vice-presidente da Ordem dos Engenheiros de Angola, Eduardo André, entre outros. Durante o seminário, todos decidiram criar a Associação de Engenharia de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho da Comunidade Países de Língua Portuguesa.

Em uma reunião presidida pelo bastonário da Ordem dos Engenheiros-Técnicos de Portugal, Augusto Guedes, e com as presenças do presidente do Confea, José Tadeu da Silva; do presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio, Reynaldo Barros (anfitrião da reunião), dos presidentes de Creas, fui eleito presidente da nova entidade.

Todos esses trabalhos aconteceram com o compromisso de possibilitar a abertura de postos de trabalho e de fomentar a livre mobilidade de profissionais e empresas de engenharia nos países de língua portuguesa.

A ideia é gerar um grande mercado de trabalho, sem a intermediação ou intervenção de políticos, como uma iniciativa da sociedade civil organizada. Através de ações e mobilizações de entidades ligadas à engenharia de segurança do trabalho.

Evaldo Valladão é presidente da Acad. Bras. de Engenharia de Segurança do Trabalho

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