Novo vídeo do Estado Islâmico ameaça países que bombardearem Síria

Segundo terroristas, nações sofrerão o mesmo destino que a França. Grupo destacou Washington, nos Estados Unidos

Por O Dia

Rio - Um novo vídeo divulgado pelo Estado Islâmico ameaça países que participarem de bombardearem a Síria, informou a agência "Reuters". Segundo a organização, aqueles que fizerem bombardeios aéreos na Síria irão sofrer o mesmo destino da França e faz uma ameça especial a Washington, nos Estados Unidos.

O Estado Islâmico reivindicou a série de ataques terroristas em Paris, na última sexta-feira, que deixaram 132 mortos e 352 feridos. Este foi o pior ataque em solo francês desde a Segunda Guerra Mundial.

Anonymous ameaça Estado Islâmico 

O coletivo de hackers Anonymous declarou nesta segunda-feira que se prepara para lançar uma onda de ciberataques ao Estado Islâmico. Um homem usando a conhecida máscara de Guy Fawkes afirmou que os homens que reivindicaram a autoria dos ataques em Paris são "vermes" e serão caçados pelo grupo. "Eles não podem continuar impunes", diz o homem no vídeo, em francês.

Coletivo de hackers Anonymous entrou em guerra contra o Estado Islâmico Reprodução Internet

"Nós estamos em guerra contra o Daesh (Estado Islâmico). Não vamos parar. Somos também melhores hackers", publicou o grupo no Twitter. 

A polícia belga prendeu nesta segunda-feira Salah Abdeslam, suspeito de participar dos ataques terroristas em Paris na última sexta-feira. Ele foi encontrado em Molebeek, subúrbio da capital Bruxelas. As informações são da emissora belga "RTL". De acordo com a mídia internacional a polícia fez uma operação em Molenbeek na manhã desta segunda e fechou diversas ruas da região. 

O premiê da França, Manuel Valls, já havia alertado nesta segunda-feira para a possibilidade de ataques futuros ao país. Também nesta segunda, um oficial turco declarou ao jornal "The Guardian" que as autoridades francesas foram informadas duas vezes a respeito do homem-bomba do ataque ao Bataclan, Omar Ismail Mostefai, mas que somente recebeu um pedido de informações a seu respeito depois dos ataques em Paris. O país diz ter notificado a França a respeito do suspeito em dezembro de 2014 e junho de 2015.

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