01 de janeiro de 1970
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VOCAÇÃO X INTERESSE

Por O Dia

Já fizemos uma vez aqui na coluna a comparação do processo de escolha profissional com a situação de alguém que é apaixonado por futebol, quer muito entrar em campo, mas não sabe em qual posição deve atuar. Nesse texto, em abril, indicamos que a decisão por esta ou por aquela carreira deve ser guiada por dois fatores muito importantes: a vocação e o interesse.

Por várias vezes, esses dois fatores combinam. Muita gente encaminha a escolha profissional justamente para as carreiras que têm mais a ver com suas habilidades. Mas é cada vez mais frequente aparecer essa dúvida: devo trabalhar com a profissão em que tenho mais facilidade, mais talento, ou com a profissão que gosto mais? A resposta não é simples.

O que fazer quando a vocação e o interesse vão para direções diferentes?

De saída, é preciso saber que, mesmo que seu interesse seja muito grande por uma carreira, de nada adianta se você não tiver pelo menos um pouco de habilidade, um mínimo de vocação para aquele trabalho. O inverso também é verdadeiro. Mesmo que a pessoa tenha muita vocação para uma carreira, é preciso que ele tenha um mínimo de interesse para trabalhar nela.

Equilibrar esse dois elementos é importante. Lembre-se sempre disso no processo de escolha da carreira. Mas nem sempre é fácil conseguir esse equilíbrio.