Previ-Rio e Sepe discutem Funprevi

Entre as queixas, a cobrança em dobro de algumas contribuições nos contracheques dos servidores

Por O Dia

Rio - A contribuição previdenciária ao Fundo Especial de Previdência do Município do Rio de Janeiro (Funprevi) dos profissionais da Educação, que aderiram à greve no ano passado, voltou a ser tema de reunião na prefeitura. O encontro foi entre os integrantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) e do Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio (Previ-Rio).

Entre as queixas, a cobrança em dobro de algumas contribuições nos contracheques dos servidores. De acordo com o Previ-Rio, possíveis erros ocorreram por problemas pontuais de defasagem na folha de pagamento, pois alguns servidores aderiram por mais tempo à greve e outros por período menor. A promessa é de que até a próxima sexta-feira todas as situações sejam analisadas individualmente e acertadas.

Segundo a autarquia, há casos em que o salário foi pago, mas a contribuição não foi computada. E há outras situações em que o servidor foi cobrado duas vezes.

O Sepe apresentou uma proposta para que os servidores da Educação, que ficaram efetivamente em débito com o Funprevi, tenham suas dívidas anistiadas pela prefeitura. A autarquia afirmou não ser possível adotar tal medida, porque a lei municipal estabelece que é de responsabilidade do servidor pagar a contribuição previdenciária em dia.

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