Nem o Papa escapa

Torcedor do Botafogo e presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno Assis não perdeu a chance de brincar com seu chefe, o Papa Francisco

Por O Dia

Rio - Nem a rígida hierarquia da Igreja Católica resiste ao futebol. Torcedor do Botafogo e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Raymundo Damasceno Assis não perdeu a chance de brincar com seu chefe, o Papa Francisco.

Semana passada, numa audiência no Vaticano, Dom Raymundo, que é cardeal e bispo de Aparecida, fez questão de ressaltar a vitória, por 2 a 0 , do Alvinegro sobre o San Lorenzo, time de Francisco. “Ele (o Papa) não gostou muito”, admitiu.

Timaço

Mineiro de Capela Nova, na Zona da Mata, Dom Raymundo virou alvinegro por conta do time que, na década de 1950, reunia craques como Garrincha, Didi e Nilton Santos.

Voo alternativo

Deputado federal e católico de carteirinha, Alessandro Molon (PT) quase não conseguiu chegar a Roma para prestigiar Dom Orani Tempesta. Na sexta, enfrentou uma greve de operadores de máquinas de Raios X no Aeroporto de Frankfurt. Teve que pegar um trem para Colônia e, de lá, avião para Roma.

Justiça telefônica

Outro deputado federal que está no Vaticano, Hugo Leal (Pros) ironiza a TIM. Diz que a operadora é justa: funciona mal na Itália, seu país de origem, e no Brasil.

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