POLÍCIA: REFORÇO NA BAIXADA

Por O Dia

A Baixada receberá um reforço de 700 policiais militares que atuavam em Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). O aumento de efetivo ocorrerá em cerca de dois meses. A promessa foi feita pelo comandante-geral da PM, Wolney Dias, ao ex-prefeito de Queimados, Max Lemos (PMDB). Ambos se reuniram na quarta, após Max reclamar de Wolney ao governador Pezão.

O Batalhão de Queimados receberá um reforço de 14 policiais já no próximo dia 13, para inaugurar a Companhia da PM no bairro do Nova Cidade. O destacamento contará com 57 agentes no total. O Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO), próximo à Via Dutra, será reativado e contará com quatro policiais.

1 batalhão, 5 cidades

Dos 700 PMs que reforçarão o patrulhamento na Baixada, 86 serão destinados a Queimados (além dos 14 que já começarão a atuar no dia 13). Hoje o Batalhão de Queimados conta com 308 policiais e é responsável por patrulhar, além do próprio município, as cidades de Japeri, Paracambi, Seropédica e Itaguaí.

Decisão tomada

O deputado federal Chico Alencar (Psol) bateu o martelo e decidiu que, entre a disputa pela Presidência e o Senado, ficará com a segunda opção em 2018. "Entre as razões, a opinião majoritária de centenas de pessoas que consultei, como Frei Betto, Leonardo Boff e Chico Buarque. "Ainda me acham importante no front parlamentar. É sempre penoso saber que frustrei algumas expectativas. A vida é feita de escolhas", diz.

Desfalque

Má notícia para a Prefeitura do Rio. A Associação das Empresas de Engenharia do Estado conseguiu, no Superior Tribunal de Justiça, cancelar resolução publicada em 2014, na gestão de Eduardo Paes, que alterou a base de cálculo da contribuição previdenciária em 2% da receita bruta e não mais sobre 20% da folha de pagamento. Com isso, empreiteiras poderão pedir ressarcimento.

Polêmica do gás

Diretor-geral da Associação Nacional do Petróleo, Décio Oddone deverá ser chamado para prestar esclarecimentos à Assembleia Legislativa. Terá explicar a proposta que transfere dos estados para a ANP a responsabilidade pela distribuição de gás natural no chamado mercado livre o projeto tramita na Câmara dos Deputados. André Ceciliano (PT) diz que a medida prejudicaria o estado e busca o apoio do presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB), para que Oddone seja convocado. A bronca da Alerj com a ANP vem desde as críticas sobre suposta defasagem no cálculo dos royalties de petróleo.

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