Sophie Charlotte fala sobre 'O Rebu': 'Horário denso e sensualidade faz parte'

Na trama, exibida às 23h na Globo, atriz protagoniza suas primeiras cenas de sexo

Por O Dia

Rio - Não leve o personagem para a cama, pode acabar sendo fatal, como diria Lulu Santos. Coincidência ou não, é isso que o clima sensual que paira nas produções do diretor José Luiz Villamarim vem provocando nos bastidores, como foi o caso de Isis Valverde e Cauã Reymond (apesar de negarem, o envolvimento dos dois teria culminado com a separação do ator de Grazi Massafera) na minissérie ‘Amores Roubados’. E, agora, de Sophie Charlotte e Daniel de Oliveira na novela das 23h, ‘O Rebu’.

A química, mais uma vez, foi além da ficção. A paixão da ricaça Duda pelo alpinista social Bruno virou realidade assumida pelo casal. Sophie e Daniel não se privam de trocar carícias em público, muito menos de postar fotos nas redes sociais, mas evitam a todo custo falar sobre o namoro. O ator, quando é abordado pela imprensa, censura logo: “É só sobre trabalho, né? Senão, eu não falo”.

Sophie Charlotte e Daniel de Oliveira evitam falar de namoroAg. News

As primeiras cenas de sexo e nudez que eles protagonizaram deram o que falar. Mas para a atriz, a faixa das 23h, que permite essa ousadia, é novidade.

“O horário tem suas diferenças, sim, em todos os quesitos. É denso e essa sensualidade faz parte disso, como o drama e os jogos de interesse”, ameniza Sophie. Já o personagem de Daniel, um tipo de Don Juan, antes de aparecer morto na piscina da festa mantinha um caso com Gilda, interpretada por Cássia Kis Magro, embora amasse Duda. “Por essa, ele não esperava. O coração falou mais alto e ele se pegou realmente envolvido pela Duda. Mas o Bruno é um cara esperto, que se relaciona por interesse, por prazer, por poder”, define Daniel.

Se com Sophie os takes são quentes, com Cássia não é diferente. “Trabalhamos na novela ‘Cobras & Lagartos’ (2006) e ela foi a minha mãe no filme ‘A Festa da Menina Morta’ (2008). Nós temos uma trajetória juntos, de respeito absoluto e admiração. Isso é que forma a química entre nós”, explica Daniel.

Villamarim, o diretor, admite que usa e abusa da sedução como chamariz para o público. “O Brasil é um país sensual, temos que respeitar isso. Se fizermos com bom gosto e elegância, por que não? É tão bom trabalhar os desejos, a sensualidade.”

Últimas de Televisão