Exército patrulha Bruxelas e protege prédios da UE após prisões

Salah Abdeslam não foi encontrado, apesar das 19 operações e 16 prisões. Autoridades temem ataque como o de Paris

Por O Dia

Bélgica - Soldados patrulhavam as ruas de Bruxelas e faziam a guarda de prédios da União Europeia nesta segunda-feira, no terceiro dia de um bloqueio de segurança, enquanto a polícia buscava um militante islâmico suspeito de envolvimento nos ataques deste mês em Paris.

Polícia belga prendeu 16 pessoas em Bruxelas EFE

O cidadão belga Salah Abdeslam não foi encontrado, apesar das 19 operações e 16 prisões durante a noite, e autoridades ainda alertam sobre possíveis ataques iminentes, como os que ocorreram na capital francesa, que deixaram 130 pessoas mortas.

Escolas, museus, estações de metrô e muitas lojas e cinemas vão continuar fechados nesta segunda-feira, na movimentada capital da União Europeia.

A Otan, que aumentou o nível de alerta desde os ataques em Paris em 13 de novembro, informou que sua sede no país estava aberta, mas alguns funcionários pediram para trabalhar de casa e visitas externas foram canceladas.

O primeiro-ministro belga, Charles Michel, disse que a cidade de 1,2 milhão de habitantes irá continuar no quarto, e mais alto, nível de ameaça à segurança, que significa que a ameaça de um ataque é "séria e iminente".

"O que tememos é um ataque similar ao de Paris, com diversos indivíduos que possivelmente podem iniciar diversos ataques ao mesmo tempo em múltiplos locais", disse durante entrevista coletiva a jornalistas.

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