Projeto visa preservar animais em cemitérios do Rio

Biólogos e ambientalistas trabalham na identificação de espécies do local

Por O Dia

Rio - Um projeto que visa preservar os animais que se abrigam em cemitérios está sendo implementado em sete locais do Rio. A ação é em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, no dia 5 de junho. O "ReviVerde" conta com biólogos e ambientalistas que trabalham na identificação de espécies da fauna que buscam abrigos e são traídos pela grande quantidade de árvores produtoras de sementes e frutas, com o objetivo de preservar seus habitats naturais (ninhos e filhotes). 

Os profissionais utilizam a tecnologia do QR Code para identificar essas espécies. Basta aproximar o smartphone do código digital, que qualquer pessoa terá no celular as informações referentes a cada tipo de animal que vive nos cemitérios do Caju, Cacuia, Guaratiba, Paquetá, Realengo, Ricardo de Albuquerque e Santa Cruz, que são administrados pela Concessionária Reviver.    

Projeto conta com biólogos que identificam e catalogam espécies em cemitérios do Rio de JaneiroDivulgação

 Os primeiros resultados obtidos nesse levantamento mostram que dezenas de aves e animais vivem no ambiente cemiterial do Rio. A lista com as primeiras espécies catalogadas já é grande: Micos, Tatús, Gambás, Lagartos, e diversos tipos de pássaros (Sabiás, Bem-te-vis, Sanhaços, Curiós, Tiês-sangue, Beija-flores, Viuvinhas, Coleiras, Canários, Periquitos, Anus brancos, Gaviões, Corujas, Pica-paus, Rolinhas, Juritis, Curruíras, Cambacicas Tucanos, Calafates, Quero-Quero,Tucanos).

Como parte das ações do projeto, o ReviVerde mantém contato com órgãos de saúde pública, cuja finalidade é encontrar soluções ecológicas para outros animais, tais como cobras, aranhas, abelhas, roedores e pombos. Além disso, o projeto busca colaborar com órgãos de fiscalização para coibir nos cemitérios a colocação de gaiolas por caçadores de animais que agem contra a Lei de Crimes Ambientais.

 

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