Wagner Victer critica barreiras do governo federal para conceder ajuda ao Rio

Para secretário estadual de Educação barreiras do governo federal são 'insensíveis e irresponsáveis'

Por O Dia

Rio - Secretário estadual de Educação e um dos auxiliares mais próximos do governador Pezão, Wagner Victer sobe o tom para criticar dificuldades geradas pelo governo federal para selar o pacto de socorro financeiro ao Rio. “É de uma insensibilidade que chega a ser irresponsável. Pode levar ao caos. A União não pode analisar a situação apenas hoje, tem que ver o contexto geral. O Rio já ajudou muito mais o governo federal do que o contrário. É só ver as ajudas tributárias com a Lei Kandir e incentivos à indústria do petróleo”. Segundo Victer, o valor é dez vezes maior do que os R$ 3,5 bilhões pedidos pelo Rio. 

Guerrilha virtual

Deputados federais favoráveis ao socorro financeiro apelaram a uma estratégia para constranger colegas contrários ao projeto de lei. Divulgar nas redes sociais os nomes dos parlamentares que “querem que os servidores do estado continuem sem receber os salários”. Na bancada fluminense, 16 deputados refutam o pacto.

Sem almoço grátis

Relator da proposta de recuperação fiscal dos estados, Pedro Paulo Carvalho (PMDB-RJ) tem rebolado para tentar agradar a gregos e troianos. “A percepção dos deputados é desincentivar a adesão por outros estados. Caso queiram participar da recuperação fiscal, a dureza das contrapartidas será enorme. É mostrar que não tem almoço grátis.”

Consequências

Assim como o presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Picciani (PMDB), Pedro Paulo critica o governo Pezão. Diz que medidas duras têm que ser tomadas agora porque “o dever de casa não foi feito”.

Barcas: lha e Paquetá

A vereadora Tânia Bastos (PRB) solicitou audiência pública em Paquetá e na Ilha do Governador. Quer incluir moradores na discussão sobre o processo de licitação das barcas.

100 dias de governo

A Prefeitura de Nova Iguaçu fará evento de prestação de contas dia 26. 

'Não sou Uber'

Cansado de sofrer ameaças de taxistas, o motorista desse sedan preto colou um aviso no vidro traseiro: “Não sou Uber”.

Motorista cola cartaz em carro para não sofrer ameaçasPaulo Capelli / Agência O Dia


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