Mulher é morta por ex-namorado em bar no Recreio

Crime ocorreu na madrugada deste sábado. Delegacia de Homicídios investiga o caso e tenta localizar o suspeito

Por O Dia

Ginderly Santos foi morta no RecreioReprodução Facebook

Rio - A Delegacia de Homicídios da Capital (DH) procura o suspeito de matar a ex-namorada em um bar no Recreio, na Zona Oeste, na madrugada deste sábado. Ginderly André dos Santos, de 37 anos, foi atacada na Rua Gilka Machado, e o autor dos disparos que, segundo testemunhas, é advogado, fugiu.

De acordo com a DH, os agentes foram até a casa do suspeito e apreenderam uma arma. A delegacia também pediu a expedição do mandado de prisão do acusado dos disparos, mas até o fechamento desta edição não havia sido concedido.

Testemunhas que estavam no local prestaram depoimento ao longo da tarde deste sábado. De acordo com os relatos, a vítima chegou ao local antes do ex-namorado. Em seguida, ele apareceu com uma nova namorada. Ginderly teria ido tirar satisfação com o homem e os dois discutiram, chamando a atenção de outros clientes.

Em meio ao bate-boca, o suspeito saiu do bar para buscar uma arma. Ele retornou e logo atirou na vítima.

Nas redes sociais, amigos e parentes de Ginderly lamentaram a morte da mulher. "Sempre foi muito humilde e simpática. Que Deus te coloque em bom lugar", escreveu um deles. "Quando ouvir o seu nome, a lembrança será de uma pessoa do bem e alegre", afirmou outro. "Que a Justiça dos homens te vingue, a covardia que fizeram com você não ficará impune", reforçou mais um internauta.

PM é preso suspeito de matar mulher a tiros em bar na Taquara

Ainda nesta madrugada, um soldado da Polícia Militar foi preso em flagrante após matar uma mulher a tiros dentro de um bar na Taquara, na Zona Oeste. O crime aconteceu no estabelecimento localizado na Estrada do Curumau. A Delegacia de Homicídios (DH-Capital) investiga o caso.

O PM será conduzido para a Unidade Prisional da PMERJ, no bairro Fonseca, em Niterói. Segundo a DH-Capital, o soldado da PM está afastado da corporação pela psiquiatria. Testemunhas foram ouvidas na especializada.

Colaborou Gabriela Mattos

Últimas de Rio De Janeiro