Mais blitzes nas ruas

Por José Vicente Filho

A falta de efetivo não é justificativa, para José Vicente, que sugere mais blitzes. "Há muita choradeira em relação ao efetivo, já que o Rio possui 30% a mais de policiais do que São Paulo, que tem uma população maior. A polícia precisa ter uma presença mais impactante. Algumas comunidades precisam de um cerco de três a seis meses, uma ocupação com revista a todos. Vai incomodar os moradores, mas também vai levar a paz.

É preciso identificar 30 a 40 áreas com maior criminalidade e abordar, em grande quantidade, a população com blitzes. Essas áreas devem ter companhias da polícia comandadas por majores da PM. Cada companhia terá capitães que, se revezando em turnos, devem ir para a rua supervisionar o trabalho dos policiais. Essas áreas devem ser integradas com os delegados e com um plano de trabalho revisto semanalmente.

Não adianta a polícia ficar só rodando em viaturas. É necessário uma resposta rápida a crimes violentos, como latrocínio, estupro. A rápida resposta, prendendo os criminosos que cometam esses crimes, irá inibir os criminosos. Se não é possível atuar em tudo, é necessário atuar nas áreas que têm maior incidência de crimes.

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