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Publicado 15/12/2017 21:00 | Atualizado 18/12/2017 18:07

Tacla Durán também denuncia que os extratos entregues pela Odebrecht ao MP como prova foram "adulterados" e "falsificados".

Ele afirma ter identificado as modificações após ter seu nome apontado em irregularidades da empresa. Os documentos estariam fora do padrão do banco, com incongruência de nomes e datas.

Apontado como doleiro, Durán afirma ter atuado somente como advogado e nega que tenha cometido crimes.

Entre os dados que ele coloca sob suspeita estão extratos anexados pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot na segunda denúncia contra o presidente Michel Temer.

O réu entregou cópia da documentação à CPI, mas pediu que fosse mantido sob sigilo.

"Se tem uma prova de adulteração, todas as provas que saem daquele sistema são viciadas", relatou o ex-defensor do grupo.

Atualmente refugiado na Espanha por conta de sua dupla nacionalidade, Rodrigo Tacla Durán já chegou a ser preso em Madri, mas foi liberado e conseguiu decisão para não ser extraditado.

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