Um ano de altos e baixos para as agremiações em 2017

Por O Dia

O ano de 2017 não foi nada bom para as escolas de samba. O brilho do desfile foi ofuscado pela tragédia na Avenida, quando um carro alegórico da Paraíso da Tuiuti, desgovernado, atropelou 20 pessoas. Uma delas, a radialista Elizabeth Ferreira Joffe, que morreu dias depois, no hospital. No mesmo desfile, a cobertura de um carro da Unidos da Tijuca desabou, ferindo mais pessoas.

Na sequência, a Prefeitura do Rio, alegando a necessidade de aumentar o valor das refeições servida nas creches, cortou em 50% (de R$ 2 milhões para R$ 1 milhão) a subvenção das escolas. Por fim, veio a fiscalização do Ministério do Trabalho na Cidade do Samba, que encontrou diversas irregularidades e interditou os barracões.

Porém, os problemas estão sendo resolvidos. Além da liberação da Cidade do Samba, as agremiações vão ganhar mais dinheiro do que no Carnaval passado. No fim de novembro, o Governo Federal anunciou um aporte de R$ 8 milhões para o Grupo Especial. A prefeitura fechou parceria com a Uber, o que injeta mais R$ 6,5 milhões, totalizando R$ 27,5 milhões. A última das três parcelas da subvenção será paga após a prestação de contas das escolas, em 2018.

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