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Ex-Botafogo, Jobson pode ficar por mais dois meses na prisão, segundo TJ-TO

Jogador responde processo judicial por crime de estupro de vulnerável

Por sarah.borborema

Palmas - Com uma vida conturbada dentro e fora do gramado, o atacante Jobson continua preso em Colméia, interior do Tocantins. O ex-Botafogo responde processo por suspeita de estupro de vulnerável e, segundo o Tribunal de Justiça do Tocantins, o prazo da sua preventiva é de 60 dias. O atleta está preso há 15 dias, por descumprir medidas estabelecidas pela Justiça, durante liberdade provisória.

Jobson está proibido de atuar no futebol, pela Fifa, até março de 2018Bruno de Lima

Conforme o TJ, no processo de Jobson não consta nenhum pedido de habeas corpus, feito pela defesa. O jogador responde pelo crime de estupro de vulnerável. Em junho do ano passado o atacante foi preso, mas obteve liberdade provisória em setembro do mesmo ano, após pagar uma fiança no valor de R$ 22 mil. Além disso, ele também concordou em não manter contato com as vítimas e não frequentar bares e boates.

A liberdade provisória do jogador inclui o cumprimento de algumas medidas cautelares, como não beber e usar quaisquer drogas. Entretanto, no dia 2 de junho, o jogador se envolveu em um grave acidente de carro e no veículo foram encontradas garrafas de bebidas. O incidente deixou uma vítima fatal e o atacante deixou o local sem ser avaliado pelos médicos.

O jogador ainda está impedido de atuar no futebol, pela Fifa, até 31 de março de 2018. Ele foi acusado pelo clube Al Ittihad, da Arábia Saudita, de se recusar a fazer exame antidoping.

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