Sem acordo, greve dos garis de São Paulo será julgada no TRT nesta quinta

Femaco informou que 32 dos 132 municípios envolvidos na greve fecharam acordos diretos entre empresas e os sindicatos

Por O Dia

São Paulo - Terminou sem acordo mais uma audiência de conciliação para tentar pôr fim à greve de garis de quatro municípios paulistas. Em outras dezenas de cidades, a categoria permanece em estado de greve.

Os diretores da Federação dos Trabalhadores em Serviços, Asseio e Conservação Ambiental, Urbano e Áreas Verdes de São Paulo (Femaco) comprometeram-se a levar à assembleia de trabalhadores a proposta do desembargador Celso Ricardo Oliveira, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região, de suspensão do movimento até o julgamento do dissídio, marcado para esta quinta-feira. O Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana (Selur) não apresentou nenhuma nova proposta de reajuste, mantendo o percentual de 8,5%.

Garis do Rio de Janeiro também entraram em greve no mês passadoBruno de Lima / Agência O Dia

A Femaco informou que 32 dos 132 municípios envolvidos no movimento de greve fecharam acordos diretamente entre as empresas e os sindicatos, a partir de compromissos assumidos pelas prefeituras. Entre eles, estão a região do ABC e de Piracicaba.

Apenas trabalhadores de quatro cidades – Barueri, Taboão da Serra, Araçatuba e Arujá – continuam com as atividades paralisadas, segundo a entidade trabalhista. As demais, 96 cidades, estão em estado de greve. A federação quer que os termos desses acordos, que inclui um reajuste de 9,5%, sejam estendidos às demais cidades.

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