Editorial: Carnaval e seu lucro inevitável

Provas inequívocas de que o Rio não pode prescindir do Carnaval, como chegaram a propor alguns, argumentando que na crise não há espaço ou moral para folia. Felizmente houve

Por O Dia

Rio - Os números do Carnaval divulgados esta semana pela Riotur endossam a vocação turística do Rio nesta época do ano. Os dias de folia renderam R$ 3 bilhões. A ocupação hoteleira registrou média geral de 85%, quase lotando em Copacabana; o Porto voltou a bater recordes, com 130 mil visitantes e a marca de 11 navios atracados num só dia. Um milhão de turistas passou o feriado aqui.

Como bem colocou o prefeito Eduardo Paes, “o Carnaval é parte da nossa identidade, torna o Rio conhecido em todo o planeta e ainda aquece a nossa economia”.

Provas inequívocas de que o Rio não pode prescindir do Carnaval, como chegaram a propor alguns, argumentando que na crise não há espaço ou moral para folia.

Felizmente houve. E, para que todos passem pela festa sem percalços, esforços permanentes são necessários para aprimorá-la — sobretudo para aqueles que a dispensam: a mobilidade ainda é ponto a ajustar, e a sujeira infelizmente continua envergonhando cariocas e turistas.

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