Por O Dia

Rio - Enquanto os holofotes do sucesso estão voltados para a campeã peso-galo do UFC, Ronda Rousey, outras tantas lutadoras tentam trocar a escuridão do anonimato por um lugar ao sol. O sonho é de um dia serem reconhecidas como a americana, que trocou o judô pelo MMA. E duas autênticas representantes do que o Brasil tem de melhor, se enchem de esperança às vésperas do Dia Internacional da Mulher, sábado, e se digladiam no XFCi 9, dia 14, em São Paulo. Poliana Botelho e Silvaneide Marretinha medem forças na final do GP feminino e só uma dará continuidade à caminhada. A outra vai ter que dar um passo atrás.

Poliana Botelho quer mostrar a força da mulher brasileiraDivulgação

“Meu objetivo sempre foi conquistar títulos e ser reconhecida pelas minhas habilidades. Vou seguir treinando e me dedicando para esse reconhecimento aumentar cada vez mais”, afirma Poliana.

A curiosidade que tempera o duelo é que as duas são da academia Nova União — a primeira é do Rio e a outra da filial Natal. Em comum, também, há o sonho de ter uma vida melhor. “Trabalhava como garçonete, morei na academia e dormia no tatame até que minha vida mudou”, frisa Marretinha, um exemplo de superação.

SEM MEDO DA RONDA

Toda-poderosa do UFC, a campeã Ronda Rousey disse que pretende derrotar Bethe Correia no Brasil. Mas a paraibana devolveu de bate-pronto nas redes sociais: “Campina Grande, pense numa surra grande (risos)”.

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