Sistema debatido há três meses

Por O Dia

As reuniões para lapidar o aplicativo já acontecem há três meses com os cinco grupos de enfrentamento voltado para o público LGBT; criança e adolescente; mulheres; idosos e vítimas de intolerância e discriminação religiosa. Durante os encontros, integrantes questionavam a subnotificação e ausência de políticas públicas em relação à intolerância religiosa, ainda não considerada crime pela legislação.

Para a assistente técnica da Secretaria dos Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos, Monalyza Alves, 34 anos, o maior benefício do aplicativo é sensibilizar profissionais de segurança a não tratarem os casos de intolerância como ocorrências rotineiras. "O modus operandi da polícia será revisto. Terão nas mãos uma ferramenta que vai muito além da técnica. Traz reflexão" afirmou.

Desde a criação do Disque Combate ao Preconceito, em agosto deste ano, 34 denúncias de intolerância foram registradas, sendo sete delas localizadas na Baixada Fluminense.

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