Hora de comprar a casa própria

Mercado imobiliário tem boas opções para investir apesar da crise

Por O Dia

Rio - Quem planeja comprar um imóvel, mesmo em tempos de crise, já pode se animar. O mercado tem oferecido excelentes condições de negócios. E há negociações para todas as faixas de preço: desde imóveis populares até aqueles com valores acima de R$ 225 mil.

Para Adenyr de Sá Gomes Júnior, diretor geral da Nova Casa Imobiliária, a hora é de comprar. Para se ter ideia, a empresa, sediada em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, vai comercializar oito lançamentos pelo ‘Minha Casa, Minha Vida’ até dezembro. “Houve uma pequena queda com a crise, mas as vendas continuam acontecendo e as construtoras que atuam nessa faixa não param de investir. Também já projetamos uma retomada para o setor. As grandes construtoras já estão injetando dinheiro na compra de terrenos para lançar em breve”, analisa Júnior.

Apartamento decoradoDivulgação

A Nova Casa Imobiliária oferece unidades em Nova Iguaçu a partir de R$ 99.900, com financiamento de até 100% pela Caixa Econômica Federal. Também há oportunidades no Méier. São apartamentos com preço inicial de R$ 177 mil, que se encaixam no programa do governo federal. O bairro também vai receber, neste fim de semana, um lançamento com conceito premium de se morar. O empreendimento terá lazer sob medida com piscina aquecida e serviço de manobrista.

Para o especialista da RealtON, Rogério Santos, comprar um imóvel pronto também é vantajoso. Isso porque o mercado está com muita oferta. São unidades que não foram vendidas na planta e já estão prontas para morar. Ele também ressalta que é importante desconfiar de preço muito barato. “A compra jamais deve ser feita se resta dúvida sobre qualidade, procedência e documentação. Principalmente quando o imóvel está com preço promocional. Por isso, é difícil diminuir mais os valores. Há um ponto de equilíbrio que precisa ser respeitado. Desconfie e peça ajuda a quem entende”, orienta.

Para ele, a hora de comprar também é agora. “A tendência é que haja uma equalização, um equilíbrio entre oferta e procura. Aí sim, os preços devem subir. Desde que se tenha condições reais e que seja possível escolher o imóvel mais correto para a necessidade de cada um, aproveite a oportunidade. E lembre-se: quanto maior a parcela de entrada, melhor será o seu poder de barganha”, conclui Santos.

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