PF investiga CBF e governador de Minas

Dinheiro de campanha está sob suspeita

Por O Dia

Brasília - A Polícia Federal deflagrou ontem a terceira fase da Operação Acrônimo, que investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro e irregularidades na campanha do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT). Quarenta mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Minas Gerais, em São Paulo e no Distrito Federal.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foi um dos alvos, por conta de um contrato entre a empresa de um dos consultores da campanha do petista e a entidade. A PF também foi à casa do ex-ministro do governo Dilma Rousseff Mauro Borges, ex-titular do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A Polícia Federal trabalha com a suspeita de que os recursos desviados de contratos com o governo federal foram para a campanha eleitoral de Pimentel em 2014. Empreiteiras teriam participação no esquema. O governador mineiro nega as irregularidades.

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