Tribunal absolve ex-diretor do FMI de escândalo sexual

Dominique Strauss-Kahn foi julgado por envolvimento em possível rede de prostituição que organizava orgias em Lille, Paris, Bruxelas e Washington

Por O Dia

França - O ex-diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI) Dominique Strauss-Kahn foi absolvido nesta sexta-feira de uma série de acusações de proxenetismo agravado e escândalos sexuais que ficaram conhecidas como "o caso do Hotel Carlton de Lille". Strauss-Kahn e outros 12 dos 14 reús foram absolvidos pelo tribunal de Lille, cidade do Norte da França.

Dominique Strauss-Kahn é acusado de abuso sexual e tentativa de estupro de uma camareira em um hotel de Nova YorkEFE

O ex-diretor do FMI foi julgado por envolvimento em uma possível rede de prostituição que organizava orgias em Lille, Paris, Bruxelas e Washington. Durante o processo, os investigadores descreveram Strauss-Kahn como "o rei das festas" e um tarado "sem fé nem lei", mas o ex-diretor do FMI sempre se defendeu dizendo que as relações com as mulheres eram consensuais.

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Ele poderia pegar uma pena de 10 anos de prisão e uma multa de 1,5 milhão de euros. O ex-diretor do FMI já foi candidato à Presidência da França e enfrentou um outro processo, em Nova York, por agressão sexual contra a funcionária de um hotel, em maio de 2011. O caso lhe custou o cargo na instituição financeira e sua campanha ao Eliseu.

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