As lições de Jobs

Foi sobre sua convivência com o ex-todo-poderoso, Steve Jobs, que Guy Kawasaki falou, durante sua palestra na CeBIT 2015, semana passada

Por O Dia

Procure “Guy Kawasaki” no Google ou na Amazon e você verá que o sujeito é muito bem cotado no mercado de tecnologia e inovação. Seus livros (e e-books) vendem a rodo. Tem a ver. Ele foi chefe evangelista da Apple, ou seja, era pago para sair pelo mundo, cantando as maravilhas do mundo de Jobs & Cia. E foi justamente sobre sua convivência com o ex-todo- poderoso que o Kawasaki falou, durante sua palestra na CeBIT 2015, semana passada. A CeBIT, diga-se, é um dos maiores eventos de tecnologia do mundo.

Kawasaki apresentou algumas das lições aprendidas com Steve Jobs, de quem ‘morria de medo’. Até por isso mesmo, elas merecem consideração.

1. Ignore seus oponentes

2. Não escute os seus clientes — É curioso, mas foi isso mesmo. Segundo o Kawasaki, deixar os clientes de lado, nesse ponto, significa criar o que você acredita que eles necessitam. Ou, ao menos, criar algo que você vai convencê-los a necessitar. Ninguém, afinal, necessitava de iPod, ou de iPad, ou de n produtos que se tornaram imprescindíveis quando chegaram às prateleiras.

3. Inovação está ali na esquina — Assim como outros executivos inovadores, Jobs sabia que o negócio é pular adiante, bem adiante, em vez de ficar implementando pequenas mudanças, maquiagens ou ajustes que não vão mudar o mercado significativamente a seu favor.

4. Por mais que existam resistências, o design é algo que realmente importa — Bom... Qualquer aparelho da Apple é uma prova disso. Kawasaki chega a falar em obras de arte. Não sei se é o caso, mas dá para entender.

5. Democracia importa — Como se sabe, Jobs não era adepto da democracia no sentido de gerenciar equipes, mas na ideia de que a tecnologia tem que ser um produto (ou serviço) disponível para todos. Questão de mercado, claro. Nada a ver com ser gente boa.

6. Comunicação direta — Steve Jobs era avesso a longas apresentações, com inúmeros e pesados slides entupindo a audiência de PowerPoint. O ideal seria não mais que dez telas. Simples e direto, como o próprio design.

7. Seu produto tem que ser único e valioso — Basta dizer que foi com essa filosofia que a Apple fez história. E muito dinheiro, claro.

8. Inteligência significa mudar seu pensamento, quando necessário —Somente antas conseguem manter suas ideias imutáveis ao longo da vida. Bom pensar nisso. Não hesite em mudar as ideias quando você percebe que elas estão minimamente equivocadas.

9. Os melhores contratam os melhores — “Todos que você contratar devem ser melhores que você”. Ou seja: não se deixe cercar por patetas.

Será que o mercado chinês já saturou?

A China vendeu nada menos que 98,8 milhões de smartphones no primeiro trimestre do ano. Um número espantoso para nossos padrões. Mas tem algo errado. No fim das contas, foi um volume 4% menor que no mesmo período de 2014. Foi a primeira vez que isso aconteceu nos últimos seis anos,
de acordo com o IDC.

E os sites de jornais que se cuidem 

O maior produtor de conteúdo do mundo se chama Facebook. Mas não ‘escreve’ uma linha... só repassa o conteúdo alheio. É da vida on-line. Agora mesmo, está criando uma ferramenta para facilitar busca e compartilhamento de notícias no app usado nos aparelhos móveis. Os jornais que se cuidem. É o que diz o TechCrunch.

E eis um excelente nicho

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, diz que os painéis fotovoltaicos podem ser responsáveis por 13% do consumo residencial brasileiro
em 2050. Hoje, esse volume não passa de 0,2%.


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